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Política Reflexão

Nunca foi para salvar vidas

Nunca foi para salvar vidas

No quadro da esquerda:

“Nós estamos há 8 meses sob pandemia, e Donald Trump ainda não tem um plano para ter o vírus sob controle.

Eu terei.”

No quadro da direita:

“Não há nada que possamos fazer para mudar a trajetória da pandemia nos próximos meses”

Fala pronunciada neste vídeo.

Conclusão: Toda essa papagaiada que ouvimos há um ano nunca foi interesse de “salvar vidas”, até porque a verdade que muita gente não admite é que não há como salvar vidas diante de um vírus incurável, letal e altamente contagioso.

Sempre foram manobras para instalar o caos na sociedade, para as coisas piorarem bastante, para que o povo mudasse de ideia e reconduzisse certos grupos ao poder novamente.

É sempre e inequivocamente pelo poder.

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Guerra às drogas não funciona

Dois argumentos contra a guerra às drogas – que não significam de forma alguma apoio irrestrito ao uso:

É equivocado e sobretudo INGÊNUO acreditar que proibir vai fazer as pessoas pararem de usar. É proibido matar, e o ser humano continua se matando, o que se dirá do uso de substâncias.

É ilógico (insano, pra ser mais honesto) proibir a cannabis e permitir o tabaco; pior, permitir o álcool, que gera efeitos devastadores na sociedade.

Não é muito diferente proibir o uso da cannabis do que proibir o uso da uva para fazer vinho, ou da cana para fazer cachaça.

Minha sugestão é: Permitir o uso, de forma controlada e restrita, mais ou menos como se faz com o tabaco.

Ps.: Não uso, não fumo, acho a maconha um negócio muito fedido. Minha posição é meramente intelectual, pela primazia da liberdade individual de se usar o que se quer.

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O que falta aos liberais?

Falta aos liberais a malícia, a desconfiança necessária para quando se lida com pessoas.

O gênero humano é traiçoeiro.

Liberais defendem a Liberdade como se todos compreendessem a nobreza do ato de defesa da liberdade.

Defendem a liberdade de expressão de socialistas e comunistas, acreditando que estes também defendem a livre expressão dos liberais.

Mas não é assim que a banda toca.

Socialistas e comunistas vivem numa bolha de ilusão em que acreditam que detém o monopólio da virtude salvacionista, e que tudo que está fora dessa bolha é a causa das desigualdades e injustiças sociais e devem, portanto, ser eliminadas, aniquiladas.

Liberais defendem a livre expressão de comunistas.

Comunistas se pudessem fuzilariam liberais e conservadores.

“Com a direita e o conservadorismo, nenhum diálogo”

Olavo de Carvalho afirma que não se senta à mesa com um comunista. Isto é, não se negocia com comunista, não se confia em comunista. O comunista é um alucinado, um ser que, dominado por seus desejos, despreza fatos. Acredita tanto na justiça social prometida pela ideologia, que é capaz de mentir, trair, roubar e matar para alcançá-la.

Para o comunista, os fins justificam os meios.

Por compreenderem esta realidade, conservadores estão tendo mais sucesso que liberais na atual política brasileira.

Conservadores ODEIAM comunistas. Até deixam o comunista falar, mas retrucam na hora, desqualificam, expõe suas contradições, e o desmoralizam publicamente.

Às vezes parece até exagerado.

Mas é assim que tem que ser.

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Lei e Liberdade

Lei e liberdade quase sempre são antônimos.

A lei quase sempre restringe, limita ou proíbe os atos humanos. Quando não proíbe, o obriga a fazer coisas que o indivíduo não faria se fosse livre.

O socialista atua na sociedade mediante a força da lei. E já sabemos o estrago que acontece. O socialismo, através do instrumento da lei, sufoca a sociedade, em especial, seu setor produtivo.

Agora imagine um país que tenha 513 legisladores de nível federal, mais 81 senadores.

Imagine que nos estados federados, cada um tenha algumas dezenas de deputados estaduais, cuja soma no país resulte em 1059 deputados.

Imagine que em cada cidadezinha de cada estado que compõe esta federação, há uma média de 10 vereadores, somando no país 57 mil vereadores.

Agora, por fim, imagine essa tropa de legisladores, do nível federal ao nível municipal, maquinando diariamente leis e mais leis. Porque a função do legislador é legislar. E que há uma falsa ideia no Brasil de que quanto mais projetos de lei um legislador envia ao parlamento, mais produtivo e eficiente ele é; quando na nossa situação contemporânea, é o contrário que acontece.

Temos tantas, e tantas leis, que o que precisamos mesmo é um revogaço geral das leis inúteis, enferrujadas, abusivas.

Todo dia eu vejo alguma notícia de algum deputado ou senador se vangloriando de ter proposto ou – pior – aprovado alguma lei que daqui do alto do chão de fábrica onde estou, me soa uma lei absolutamente desnecessária, de cuja aprovação só me resta a certeza de que ALGUÉM essa lei vai atrapalhar.

E todo dia que eu vejo algo assim, me ocorre que se nossos congressos, assembleias e câmaras legislativas ficassem fechadas por alguns anos, sem agentes estatais confabulando leis que em sua maioria só vem atrapalhar os cidadãos que realmente trabalham e geram a riqueza desse país, então esse nosso Brasil daria um salto de desenvolvimento.

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Por que no Brasil as coisas são tão caras?

Há vários motivos para as coisas serem caras no brasil.

Um é a grande quantia de insumos importados a uma taxa de câmbio de atuais 5 pra 1. Você precisa de 5 reais para pagar um dólar nos preços dos insumos de fora.

Outro é a inflação, que corrói o poder de compra do nosso combalido Real.

Um terceiro motivo é que quando você paga por exemplo uma entrada de cinema ou uma passagem de ônibus, está bancando o povo que paga meia entrada, no cinema, e os velhinhos que usam o transporte coletivo “de graça”.

Quando você paga mais de 50% de imposto numa bebida que vai te aliviar dos estresses do dia ou quando paga 70%… SETENTA POR CENTO… de imposto sobre o seu cigarrinho, está bancando também a presunção do Estado de que você ao fim da vida ficará doente devido ao uso dessas substâncias e dará despesa aos sistemas públicos de saúde.

Essa é a “justiça social”.

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“Antifascista” kkkj

A bandeira política mais contraditória (e burra) é o Antifascismo.

A frase base e definidora do fascismo foi proferida por seu representante mais autêntico: Benito Mussolini

“Tudo para o Estado, nada contra o Estado, nada fora do Estado”

Logo, ser Antifascista, significa ser anti-Estado, certo?

Errado.

Normalmente, quem hoje defende o antifascismo, apoia políticas de esquerda que são, também, por definição, estatistas; Políticas que pregam o Estado como o grande agente de transformação social, o promotor legítimo da igualdade social. O Éden esquerdista, aquele que ele vislumbra do alto de sua cobertura exclusiva.

Mas Estado é instituição que concentra poder, para, teoricamente, poder agir, e o poder nunca é o bastante para quem tem. O braço mais atuante de um Estado grande é o poder de polícia, não só da polícia que mantem a ordem, mas da polícia que patrulha o comportamento das pessoas.

Aí ele vai pra rua “lutar contra o fascismo” e leva bala de borracha (antigamente era de chumbo mesmo) logo de quem?

Da polícia. Que é resultado direto das políticas que ele defende.

Sendo assim, o antifascista sem querer apoia grupos políticos que pregam um Estado forte.

O verdadeiro antifascista é o libertário. Aquele que prega a liberdade máxima possível dentro de uma ordem institucional. Como disse Reagan:

“O homem não é livre, a menos que o governo seja limitado.”

Red Pill

Não há nada de antifascismo. O que acontece é ter no governo um grupo que não é o que eu quero, então eu invento dramas, digo que sou antifascista. Se o meu grupo chegar ao governo, ele pode até matar (normalmente de fome, que é o que o socialismo sabe fazer de melhor) que eu vou ficar aqui quietinho.

O que há é uma guerra de narrativas que visam fisgar o incauto.

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Test-drive de Comunismo

– Você pode ser preso se sair na rua sem autorização;

– Governo define quais negócios funcionam;

– Preços controlados;

– Confisco de mercadorias;

– Auxílios governamentais de toda ordem, sem o mínimo “lastro”.

– Se discordar do pensamento hegemônico, será uma ameaça.

Vivemos um test-drive de Comunismo. Mas não é isso que me assusta. O que assusta é que muita gente – e eu digo MUITA gente – compraria.

Eu não sei que tipo de personalidade é essa, a qual tenho visto muito nas redes sociais, que parece ter medo da vida, medo do movimento, do povo na rua trabalhando, produzindo, comprando, vendendo, se divertindo; que se satisfazem ao ver todos trancados em casa, ruas vazias. Gente patrulhando e denunciando aglomerações; pedindo ao Estado que prenda, que multe.

Muito é por medo, eu sei. A mídia irresponsável conseguiu inculcar na mente dos incautos que esse vírus é do tipo “pegou, morreu”. Muita gente crente que vai morrer. Mas outro tanto não é medo, é ressentimento. Na incapacidade de abraçar a própria vida, ficam felizes ao ver os outros impedidos de abraçarem de volta as suas vidas.

Muito é por medo, muito é por ressentimento. E onde entra o Comunismo nisso? Naquela noção de que o comunismo torna todos iguais, na miséria.

Quem nunca conseguiu superar sua miséria existencial, agora se rejubila ao ver o Estado segurando os outros também na miséria.

O ser humano sabe ser muito desgraçado, quando quer.

 

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O perigo da Democracia

Existem grupos na sociedade, que por razões insondáveis, passam a defender ideias e políticas com ares humanistas, já comprovadamente patológicas, que quando colocadas em prática, são capazes de desintegrar uma nação.

Temos exemplos bem práticos – considerados clichês de tanto que são citados – mas que estão aí, aqueles países que ninguém sonha em pisar, como Venezuela, Cuba, Coreia do Norte, países periféricos da antiga União Soviética.

Lembremos dos casos dos alemães da Alemanha Oriental, comunista, que arriscavam a vida ao atravessarem o Muro de Berlim. Lembremos dos cubanos arriscando-se em barcas precárias rodeadas de tubarões para conseguirem pisar na Flórida.

Quando você defende a Democracia, você defende esse grupo; você defende que esses grupos tenham voz política; você defende que eventualmente esse grupo adquira poder; você defende que a sua nação e as pessoas que você ama fiquem nas mãos dessas políticas destrutivas.

Tudo por causa da ingênua assertiva: “Ai é preciso respeitar quem pensa diferente.”

Não, amigo, se quem pensa diferente defende políticas destrutivas e até mesmo genocidas, as ideias dessa pessoa não podem, e não devem ser respeitadas.

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A mentalidade totalitária do brasileiro

Desde que o isolamento social começou, devido a pandemia, eu tenho visto comportamentos tão bizarros por parte do brasileiro médio, que tem, desde então, me faltado palavras, e capacidade narrativa, para dizer do meu desgosto com tudo que eu tenho visto.

Parto do pressuposto de que a liberdade é um dom sagrado.

Qualquer motivo alegado para a redução da liberdade de alguém deve ser visto com desconfiança. Sempre.

Se você olhar de um ponto de vista cético, verá que tudo que aconteceu em termos de isolamento social foi motivado por uma pandemia cuja causa é nova – tanto que é chamado novo corona-virus – e que por ser novo, não é possível que já haja especialistas em algo que tem 2 meses; a OMS demorou para reconhecer a pandemia, quando reconheceu, mandou o mundo parar.

E a p. do mundo obedeceu!

Depois disse que países pobres não poderiam parar.

E agora diz que a Suécia, que não parou, é modelo a ser seguido.

Mano, ces dão ouvido pra gente loka.

Mas voltamos ao brasileiro.

Brasileiro adora começar suas assertivas com a palavra DEVERIA… como esta nossa amiga abaixo:

alucinação totalitária

No coração desta mulher, vive uma ditadorazinha. Como todo ditador, ela jura que está do lado certo, jura que suas sugestões (graças a Deus ainda são só sugestões) de punição, isto é – tirar alvará, multar um alto valor e prestação de serviço social – são punições justas, para o bem da sociedade. Ela nem sonha que se estivesse no poder com esta visão xiita, destruiria a economia em poucas semanas.

Como esse tipo de brasileiro não consegue um país pra implantar sua ditadura particular, adora fiscalizar a vida alheia. Talvez por uma insegurança particular, de repente se encontrar na posição de autoridade fiscalizando os outros lhe confere certa legitimidade de si mesmo. Mas esse brasileiro dedo-duro não sabe, e se sabe não está nem aí, de que ele é um grande de um filho de uma puta. Tipo este filhote de Pinochet:

Filhote de Pinochet

O brasileiro é um invejoso, ressentido. Ele não suporta a ideia de ver alguém se dando melhor que ele. Ele acata as orientações de isolamento social, mas se vê outros “desobedecendo” as orientações (porque talvez pense com a própria cabeça e veja como essas orientações podem ser absurdas) o brasileiro fica putinho, não suporta ver a ideia de que nem todo mundo é idiota igual ele.

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O problema do Bolsonarismo

Meses atrás, diante das primeiras fragilidades políticas do presidente Bolsonaro, Olavo de Carvalho publicou vídeo em que sugeria ao povo apoiar a figura do Bolsonaro, ele mesmo, e não projetos ou ideias.

A militância bolsonarista que cercou o Palácio do Planalto hoje comprova o poder de influência do Olavo.

Hoje há um verdadeiro movimento que pode-se chamar Bolsonarismo. Eu o vejo da seguinte forma, ainda:

Bolsonaro comete alguns erros, principalmente em suas falas. Fala demais, fala sem necessidade, fala bobagens, é reativo, temperamental. Mas, até que se prove o contrário, ele age pelo país. Diante dos fiascos midiáticos do presidente, ao olhar para seus opositores, que não passam de sangue-sugas que drenam sem parar o dinheiro público em nome de uma pretensa democracia, eu reajo assim: “Ok, pois é, melhor continuar apoiando o presidente.”

Entretanto, observando o comportamento dos Bolsonaristas, encontramos uma característica muito indesejada. Eles agem de forma tribal e hostilizam prontamente quem porventura discorde de qualquer coisinha que o presidente faça. Xingam, criam apelidos, desqualificam todo e qualquer discordante como traidor da nação. Bolsonarismo já se tornou uma religião. Não há salvação fora dela. Sim, o Bolsonarismo se tornou um Petismo de sinal trocado.

Há um atenuante aqui, até que se prove o contrário. A bandeira do Bolsonarismo é o conservadorismo, o desenvolvimento econômico via liberdade econômica e, principalmente, o combate a corrupção. Bolsonaristas cultuam seu Messias Bolsonaro fiando que ele não é corrupto e não aceita corrupção.

O petismo, por outro lado, é um movimento de igual intensidade, religioso, cuja bandeira é o socialismo, o progressismo social e o intervencionismo estatal, tanto comportamental, como econômico – ainda que por muitos anos seus presidentes bastante pragmáticos mantiveram políticas econômicas pró-financismo.

O Bolsonarismo vai por um caminho que eu, daqui do alto do meu anonimato, concordo e apoio. Mas temo. Essa idolatria política não é salutar, transforma-se em cegueira, despreza a racionalidade. Se isso não é uma cegueira seletiva prestes a cair no poço do fanatismo, só o tempo dirá.