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As origens do COVID 19

Eu era um que achava bastante improvável que o c/o\v/i\d tivesse sido criado em laboratório, devido a semelhança deste fenômeno com a gripe espanhola ocorrida em época em que mal se sabia o que eram vírus, e, no entanto, parece que foi…

O problema de “acreditar na ciência” é que, primeiramente, em ciência não se acredita. A ciência constata o fenômeno de forma verificada, depois nós acatamos a constatação. Não tem esse “eu acho que a ciência”… E os próprios cientistas deveriam ser mais cautelosos em afirmações a respeito de assuntos complexos.

Segundo, é que cientistas são dependentes de investimentos, e assim como qualquer ser humano corruptível, eles podem mentir para continuarem recebendo os investimentos, especialmente em assuntos nebulosos de difícil constatação, como a origem de um vírus ou a origens e causas das mudanças climáticas.

Sobre o Colapso do falso consenso sobre as origens naturais da Covid-19 e de como os falsos consensos são criados

 

O WSJ trouxe ontem uma matéria relatando que, de acordo com um relatório do governo americano, 3 pesquisadores do Laboratório de Virologia de Wuhan, que na época trabalhavam em pesquisas com coronavírus, foram tratados num hospital daquela cidade com sintomas similares aos da Covid-19. Isto em Novembro de 2019, dois meses antes de os primeiros casos oficiais serem relatados, em janeiro de 2020. (link nos comentários)

 

Tal informação coloca em dúvida o consenso científico estabelecido no ano passado acerca da origem natural do vírus. Como resumiu a Dra. Judith Curry, em artigo publicado ontem também,
“O ‘consenso’ de que a Covid-19 tinha uma origem inteiramente natural foi estabelecido por dois artigos de opinião no início de 2020 – The Lancet, em fevereiro, e Nature Medicin, em março. O artigo de opinião do Lancet afirmou: “Estamos juntos para condenar veementemente as teorias da conspiração, sugerindo que a Covid-19 não tem uma origem natural.”

 

Em maio de 2021, o repórter científico Nicholas Wade publicou um longo artigo no Bulletin of Atomic Scientists afirmando que a carta da Lancet havia sido organizada e redigida por Peter Daszak, presidente da EcoHealth Alliance de Nova York. A organização de Daszak financiou a pesquisa do coronavírus no Instituto de Virologia de Wuhan. Se o vírus Covid-19 tivesse escapado da pesquisa que ele financiou, Daszak seria potencialmente culpado. Daszak havia convencido outros cientistas com interesses profissionais semelhantes a fazer uma declaração no sentido de que qualquer pessoa que mencionasse a possibilidade óbvia de que a pandemia pudesse ter uma conexão com a pesquisa no Laboratório de Wuhan só poderia estar fazendo isso com más intenções.”

 

“A enorme lacuna entre o estado real de conhecimento no início de 2020 e a confiança exibida nos dois artigos de opinião deveria ser óbvia para qualquer pessoa no campo da virologia, ou para qualquer pessoa com faculdades críticas”, prossegue a Dra Judith Curry.
No entanto, os pronunciamentos nesses artigos de opinião efetivamente encerraram o inquérito. A declaração preventiva de consenso científico foi muito bem-sucedida em angariar a imposição da opinião pública pela mídia. Os chamados ‘verificadores de fatos’ do PolitiFact usaram esses artigos de opinião para encerrar qualquer discussão sobre a hipótese de vazamento no laboratório. Artigos na grande imprensa afirmaram repetidamente que um consenso de especialistas havia descartado a fuga de laboratório ou extremamente improvável.”

 

A invocação da ‘teoria da conspiração’ tornou-se um pretexto para conter as críticas. A análise de Matthew Crawford mostra como o ambiente político fez com que as palavras mágicas “teoria da conspiração” desencadeassem uma reação imunológica epistêmica mais ampla em opiniões de alto prestígio…. A ‘teoria da conspiração’ da hipótese de vazamento de laboratório foi justaposta com reportagens sobre crimes de ódio anti-asiáticos, assim subordinando uma questão científica urgente a uma peça de moralidade da era Trump.”

 

“O que é preocupante sobre este episódio não é tanto que um consenso foi derrubado, mas que um consenso falso foi tão facilmente aplicado durante um ano. Isso ocorreu durante um período importante em que a compreensão das origens do vírus teve implicações sobre a melhor forma de combatê-lo. Os cientistas que entenderam que havia uma grande incerteza em torno das origens do vírus não se manifestaram. Probidade veio de indivíduos conhecedores que estavam fora do campo da virologia.”
(O Politifact já se retratou da “checagem” anterior, resta saber se outros, inclusive tupiniquins, também o farão.)
Matthew Crawford declara: “Independentemente de como a questão das origens do vírus seja finalmente decidida, precisamos entender como o drama político em torno da ciência se desenrolou se quisermos aprender alguma coisa com esta pandemia e reduzir a probabilidade de futuras.” (…)

 

“Um elemento-chave dos monopólios do conhecimento e cartéis de pesquisa é o sufocamento do ceticismo, a canonização prematura das hipóteses preferidas e a aplicação do consenso, no interesse de objetivos financeiros ou políticos. Com a ajuda de meios de comunicação de massa acríticos, isso efetivamente resulta em quase censura das opiniões das minorias. Como as organizações científicas governamentais e corporativas também controlam o financiamento da pesquisa, ao negar fundos para trabalhos heterodoxos, elas funcionam como cartéis de pesquisa e também como monopólios do conhecimento.

 

Wade observa que, nas universidades de hoje, desafiar o consenso pode custar muito caro. Carreiras podem ser destruídas por sair da linha. Qualquer virologista que desafiar a visão declarada da comunidade corre o risco de ter seu próximo pedido de concessão recusado pelo painel de outros virologistas que assessora a agência governamental de distribuição de subsídios.”

 

O IPCC e o ‘complexo climático-industrial-governamental’ são um exemplo claro de monopólio do conhecimento e cartel de pesquisa. (…)

Via João Luiz Mauad

Fonte

Collapse of the fake consensus on Covid-19 origins

Intelligence on Sick Staff at Wuhan Lab Fuels Debate on Covid-19 Origin

PolitiFact retracts Wuhan lab theory ‘fact-check’

O Primeiro Documentário sobre a Origem do Coronavírus

Investigate the origins of COVID-19

Fauci no longer confident COVID-19 emerged naturally

Paulo Figueiredo Expõe Investigações Que Apontam a Possível Origem da Covid-19

 

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“Tratamento sem eficácia comprovada”

Texto de Eduardo Levy

O objetivo de martelar tanto que o “tratamento é sem eficácia comprovada” é o mesmo que o da imposição da ideologia de gênero: impedir que as pessoas confiem nos próprios olhos, travar a inteligência delas e fazer com que confiem antes naquilo que os poderosos lhe dizem que é do que naquilo que seus olhos dizem que é.

Quem vê que um homem é homem mas aceita que é mulher porque o ideólogo disse que é mulher nunca mais será capaz de perceber absolutamente nada. Sua capacidade de percepção de qualquer coisa estará destruída para sempre, e foi precisamente para fazer isto que a ideologia de gênero foi criada.

É o mesmo caso aqui. Vista com frieza, a coisa é bastante cômica. Quando tem uma irritaçãozinha na garganta, o brasileiro já começa a tomar mil comprimidos, chás e poções. Mas de repente lhe dizem que há um vírus ultramortífero que é uma sentença de morte (é claro que é mentira, mas não vem ao caso) e que, ao mesmo tempo, ele não só não pode como não deve fazer nada além de tomar dipirona e esperar para ver se morre.

Assim, o sujeito se vê de um lado com uma ameaça fatal iminente e de outro na mais completa e absoluta impotência diante dela. Nesse estado de desespero total, o que lhe resta fazer? Desistir de pensar e de agir, reduzir-se a um animalzinho inerme e confiar cegamente nos seus donos.

O problema do “tratamento sem eficácia” não é que é sem eficácia. Se fosse, seria só uma bobagem desprezível. Ninguém nunca fez uma guerra midiática contra o placebo. O problema do “tratamento sem eficácia” é que tira as pessoas do desespero, dá-lhes algum senso de agência e autonomia e faz com que confiem mais no que podem ver e fazer do que no que dizem aqueles que pretendem mandar nelas.

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Ponderação sobre a propagação do CVD e da efetividade das vacinas

O vírus vai atingir a maioria da população, mas somente uma parte vai desenvolver os sintomas. Parte dessa parte vai ser grave. Parte dessa parte vai sucumbir e morrer.

Da mesma forma, a vacina será dada ao longo do tempo para a maioria da população, mas só vai imunizar uma parte dela, apenas contra algumas variantes do vírus.

Não há vacina que imunize 100% das pessoas contra 100% das variantes do covid.

Parte grande dos vacinados poderá se infectar normalmente. Parte dessa parte desenvolverá sintomas e parte dessa parte morrerá.

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A alucinação do Aquecimento Global

A página Árvore do Futuro publicou esta postagem:

Captura de Dióxido de Carbono

Uma máquina gigantesca que acopla vários “ventiladores” é a nova proposta para a luta contra os gases do efeito estufa.
Em vez de ventilar, ela suga o ar, tentando resfriar a Terra com a captura de dióxido de carbono (CO2).

 

Esta é a DAC (direct air capture). O CO2 capturado pode ser reciclado e usado como matéria-prima para outros produtos, ou armazenado com segurança no solo.

 

A empresa suíça Climeworks pretende remover 900 toneladas de CO2 por ano da atmosfera com cada instalação. Um montante equivalente à emissão anual de cerca de 400 brasileiros.

“Precisamos ser um negócio lucrativo. A captura de CO2 não pode funcionar de outra maneira”, diz Jan Wurzbacher, cofundador da Climeworks, à BBC.

 

No início, a empresa vendia a captura de uma tonelada do gás a 600 dólares aos produtores de verduras e legumes de sua região. O objetivo é baratear o serviço para 100 dólares.

 

Já a Carbon Engineering planeja instalar uma planta de captura de carbono ainda maior nos campos de petróleo do oeste do Texas, para remover 1 milhão de toneladas de carbono por ano.

 

“Os modelos atuais sugerem que precisaremos remover 10 gigatoneladas de CO2 por ano até 2050 e, no final do século, esse número precisa dobrar para 20 gigatoneladas por ano. Passamos do ponto em que a redução das emissões precisava ocorrer. Estamos confiando cada vez mais no DAC”, explica Jane Zelikova, cientista do clima da Universidade de Wyoming à BCC.

 

Para manter o mesmo ritmo de emissão de carbono da atualidade, cerca de 36 gigatoneladas anuais, o mundo precisaria de 30 mil usinas DAC de grande escala, mais de três para cada usina a carvão em operação.

 

Isso segundo Ajay Gambhir, pesquisador sênior do Instituto Grantham – Mudança Climática e Meio Ambiente do Imperial College.

 

Com cada uma custando 500 milhões de dólares, o valor estimado em todo esse investimento chegaria a 15 trilhões de dólares.

Fonte

Eu leio esse tipo de coisa e não penso outra coisa além de onde o nível da alucinação humana chegou.

Primeiro que o aquecimento global ainda é uma questão de consenso entre cientistas, e consenso não é ciência.

Segundo, que o aquecimento ,por se demonstrar às vezes questionável ganhou o um entendimento diferente: Mudanças Climáticas.

Aquecimento Global ou... Mudanças Climáticas

Depois, mesmo que um dia o aquecimento global seja definitivamente provado (hoje é apenas consenso), é preciso ter certeza de sua origem:

Uns argumentam que vem do sol, outros de influências do oceano pacífico, e outros, do CO2, um gás que compõe apenas 0,2 da atmosfera, e que mesmo que dobre, chegará a 0,4% contra nada menos que 78% de Nitrogênio, um gás naturalmente refrigerante.

Se um dia comprovarmos que o CO2 é mesmo esse grande vilão ambiental que estão pintando, será que a melhor forma de retirá-lo da atmosfera não é… plantando árvores?

A própria agricultura é um fenômeno que retira amplas porções de CO2 da atmosfera, uma vez que todos os vegetais e legumes que consumimos são constituídos por Carbono.

Aparelhos como estes citados no início desta postagem nada mais me parecem além de uma conveniente forma de angariar grandes montas de dinheiro público.

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2 absurdos brasileiros

No Brasil, não precisa ser juiz de carreira para ser indicado ao STF.

E a maioria dos juízes da mais alta corte do país não são juízes.

Como pode?

***

No Brasil, a contagem dos mortos por C/OV\ID não exige CPF.

O número de mortes por c/ov\id não é fundamentado em CPFs. O que faz com que tenhamos zero de precisão quanto ao número de óbitos, muito menos formas de auditar esta contagem.

Como pode?

***

É como disse o médico Alessandro Loyola:

Não é que o Brasil não seja para amadores. Na verdade, o Brasil parece ser um país de amadores.

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O Sul do Brasil é Racista?

Encontrei esta sequência de comentários no Facebook.

Primeiro, esta provocação bastante preconceituosa:

Você nem imagina

Depois, em meio aos comentários, encontrei esta sequência:

O Sul é Racista?

A resposta para o título deste artigo, se o Sul é racista?

Certamente sim, porém não mais do que qualquer outra região do Brasil.

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Quem quer ter uma arma?

Será?

Diz a imagem:

“comunista de IPhone” geralmente é um termo usado por um cristão que quer ter uma arma.

Fonte provável: Vozes da minha cabeça

É provável que isso não seja verdade.

Quem pega no pé dos socialistas que adoram um brinquedinho capitalista são as pessoas com alinhamento liberal/capitalista, e não cristão.

Outro fato provável é que a maioria das pessoas não quer ter uma arma.

Mas entendem que as armas permitem auto-defesa, e consideram que quem quiser ter uma, deve ter o direito de ter, mediante o devido preparo psicológico.

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O povo vota mal?

Eu acompanho a política brasileira desde 1989, embora ainda criança, desde a eleição do Collor, o primeiro fato político que realmente marcou minhas memórias. Lembro da longa cédula eleitoral, com uma lista enorme de candidatos – Ulisses, Afif, Covas, Brizola eram as burlescas figuras comentadas no debate eleitoral.

Mas tem um fato que eu não sabia – tinha noção – mas não dava importância.

Dos 513 deputados atualmente empossados na Câmara dos Deputados, somente algo em torno de 30 receberam votos suficientes para serem eleitos. Todo o restante – TODOS OS CERCA DE 480 DEPUTADOS RESTANTES – se elegeram com base no “sistema proporcional”, um sistema que envolve os cabulosos termos “quociente eleitoral e partidário”, algo tão confuso que é de difícil entendimento.

O problema começa por aí: Como é que o povo é obrigado a eleger seus representantes com base em um sistema tão nebuloso que – aposto – a totalidade dos eleitores é incapaz de compreender?

Eu havia percebido esta aberração eleitoral nesta última eleição para vereadores. Vi que vários vereadores que receberam votações expressivas não foram eleitos.

Mas como pode isso?

Temos um sistema que prioriza não a vontade popular, mas partidos – e a consequente fatia no delicioso bolo do fundo eleitoral – e por “fundo” aqui, entenda: seu dinheiro.

Muitas vezes, diante das verdadeiras aberrações que são algumas figuras políticas eleitas neste país, concluía conformado e desconsolado: O brasileiro não sabe votar.

Será? Como posso continuar afirmando isso se, frequentemente, quem recebe menos votos consegue o cargo em detrimento de quem recebeu mais votos?

Atualmente fala-se muito em reformas tributárias e administrativas. Eu realmente torço do fundo da minha alma que essas reformas saiam este ano.

Mas deixo este alerta: Na próxima vez que você ouvir em Reforma Política, não a entenda como uma reforma menor em relação à tributária ou administrativa, ou às reformas trabalhistas e previdenciárias já aprovadas.

Entenda como a Grande Reforma que pode revolucionar verdadeira nossa democracia.

E que por isso mesmo, de todas as reformas institucionais que este país carece, é a que será deixada por último.

O bolo é delicioso e os políticos nem cogitam de deixar de saboreá-lo.

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STF é uma vergonha

Eventualmente ouvimos de figuras públicas que “as instituições estão funcionando”.

Esta é evidentemente uma grande inverdade. Nossas instituições não são sérias.

Nossas instituições são risíveis. Ou melhor, seriam risíveis se não fossem vergonhosas, deploráveis, parciais, injustas e, quase sempre, promoverem o contrário daquilo que se espera delas.

A Lava-jato foi um fato histórico, foi a justiça sendo feita; a corrupção considerada como o crime que é. E o que o STF faz? Anula a Lava-jato. Passando por cima da 1ª instância, TRF e STJ com decisão monocrática.

Os ministros do STF se indignaram e criticaram à época a “espetacularização” da condução coercitiva de Lula. Hoje não sentem o menor pudor com a espetacularização que fazem a cada julgamento importante.

Gilmar reforça ser fundamental a separação, no processo penal, das funções de investigar, acusar e julgar. Me ajude aí: ele está se referindo ao inquérito Tóffoli das Fake News ou ao inquérito do presidente do STJ que investiga membros do MPF?

Do General Girão Monteiro:

No Brasil, o Juiz vira réu e o acusado e condenado é o inocente. Vamos colocar os bilhões desviados na conta do ex-juiz? O Sítio de Atibaia, o Triplex, o Mensalão e o Petrolão nas costas do Moro? O poste mija, cisca e ainda sai se gabando do cachorro. Graças ao STF.

Do investidor Fernando Ulrich:

O estado não somos nós. O estado são eles. O estado não serve para proteger os cidadãos, mas sim para se proteger dos cidadãos e destes se servir. As instituições estão funcionando perfeitamente.

No Brasil, as Instituições são a parede jogando reboco no pedreiro.

 

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A Ingenuidade Liberal

Salim Mattar afirmou em seu twitter:

O PT não tem mais o que fazer. Agora entrou com ação no STF para obrigar o Brasil a defender na ONU o fim do embargo dos EUA à Cuba. Essa esquerda brasileira, como sempre, defende ditaduras e quer ganhar todas as questões no tapetão do judiciário. Falta maturidade política!

Santa ingenuidade.

Não falta maturidade política, eles sabem muito bem o que estão fazendo.

O que sobra na esquerda é esperteza, malandragem e despudor.

É intencional, deliberado, maquiavélico.

Eles querem o poder da forma que for possível. Se for preciso negociar com o diabo, eles vão fazer.

A abstinência do dinheiro público é insuportável.

A direita que é de uma ingenuidade inaceitável e ainda tá esperando honra e hombridade do outro lado.

Ingênuos e chatinhos

Veja bem, eu me considero mais liberal do que conservador. Sou favorável à regulamentação rígida (não liberação) de algumas drogas, por exemplo, coisa que conservadores abominam.

Mas eu procuro ser pragmático. Um país tornado semi-socialista como o Brasil durante 129 anos de uma república esculachada, não será endireitado em 2 anos, ainda mais com um Maia no meio do caminho, como tivemos.

A vereadora Amália Tortato afirmou:

Liberais que ignoram as facetas autoritárias, e as soçadas do Presidente, fazem um grande desserviço ao movimento… Sim, existem (cada vez menos) liberais no Governo, mas Jair Bolsonaro definitivamente não é um deles!

Em 2 anos, tivemos Reforma da Previdência, Lei de Saneamento, Lei da Liberdade Econômica, Lei de Falências, Serviços públicos digitais, Autonomia do Banco Central, Novo mercado de Gás entre outros. E ainda tivemos a Reforma Trabalhista e a Lei do Teto de Gastos do Temer, justiça seja feita.

Melhor um liberalismo gradual e possível, do que nenhum liberalismo, como era até 2018.

Mas os mimimiberais querem um Mises, um Friedman no Planalto, e querem tornar o Brasil uma Inglaterra em 4 anos.

O mundo real, infelizmente, não vai facilitar…