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A Imprensa Mente #0006

A Imprensa mente
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A Imprensa Mente #0005

Manipulação da Informação
Manipulação da Informação

Os dois pesos e duas medidas da imprensa. Não falha nunca.

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A Imprensa Mente #0004

Fake-news
A Amazônia vai acabar? Fake-news!
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A Imprensa Mente #0003

Dois Pesos, Duas Medidas
Dois Pesos, Duas Medidas
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Querem que Você esteja com Medo

O gráfico à esquerda, estava numa página do G1 (link).

O gráfico à direita é uma correção que fiz no photoshop. Faça as contas aí você mesmo(a). Do dia 26/02 a 14/03 dá 17 dias, e entre 14 a 30 dá 16 dias, portanto o ponto indicando dia 14 deveria estar bem próximo do meio do gráfico, e não na posição mais a direita onde está.

Exemplo explícito da tendenciosidade da matéria.

A intenção te assustar.

Manipulação da Informação
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A Imprensa Mente #0002

A Imprensa Mente
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A Imprensa Mente #0001

“Notícias” sempre foram fragmentos da realidade, contadas por pessoas parciais, através de veículos de mídia limitados.
Nunca acredite em nada que vê nas mídias tradicionais ou digitais, sem antes averiguar, conferir, estudar e ter certeza do que foi dito.

A Imprensa Mente
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O interesse da Globo

Meio Brasil aprisionado em casa, em quarentena; pelo menos metade pessoas de baixa renda que não tem condições de ter uma internet de qualidade para assinar Netflix; sem condições para assinar TV por assinatura.

Nem em seus sonhos mais loucos os Marinho imaginariam uma situação tão favorável.

Citação já antiga, por volta de 2010, de um jornalista local:

[…] Outra parte é permitir-se que as emissoras mantenham seus horários nobres ocupados por programações alienantes, ocas de conteúdo e imbecilizantes.

Pior ainda, preconizando violência, degeneração familiar, amoralidade e claros direcionamentos de natureza puramente econômicas. Tudo por conta de seus donos e prepostos.

O sentido é único: não importa o conteúdo e nem o horário, desde que renda bons lucros.

(Aderbal Machado – o link para o original foi removido)

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As pessoas estão apavoradas

Nas postagens da prefeita da minha cidade, em que ela comunica a volta gradual das atividades econômicas, encontrei algums comentários desesperados de algumas pessoas.

Elas são contra a volta das atividades comerciais. Assim, contra, simples. Não sei o que lhes passa pela cabeça, ou se passa alguma coisa, sobre a necessidade de uma ampla parcela da população de voltar a trabalhar pra, sei lá, né, tipo, colocar comida na mesa.

Isso acontece por causa de duas coisas:

A ignorância média das pessoas, essa grande parcela populacional que se enquadra sob o grupo dos analfabetos funcionais.

O alarmismo da mídia, tipo um infeliz programa Fantástico de domingo mostrando um falecido por k0wid sendo levado ao cemitério e enterrado com dois familiares apenas.

Na cabeça dessa pessoinha que comenta desesperada na postagem da prefeita, ela acha que foi pra rua, olhou pra um infectado, pronto, pegou o vírus; que esse vírus é do tipo pegou, morreu.

O benefício da dúvida me manda assumir que ela não se informou adequadamente sobre as questões mais estatísticas dessa epidemia. Que 70% da população vai pegar esse vírus de um jeito ou de outro. Que a maioria será de forma assintomática. Que uns poucos terão sintomas suportáveis. Que uma minoria terá que ser internada. Que poucos seguirão para a UTI e que – é o risco de se estar vivo – uns poucos indivíduos já debilitados por outros males realmente sucumbirão ao vírus, como foi o caso daquele infeliz cujo enterro o infeliz Fantástico mostrou em rede nacional.

Essa pessoinha que estou me referindo, na verdade, por ser analfabeta funcional, como assim é 60% da população, mesmo que entrasse em contato com essas informações estatísticas, nem conseguiria processar, não consegue imaginar, abstrair o que é uma minoria de uma minoria em relação a uma ampla maioria.

Cheguei até aqui triste com essa constatação.

Mas daqui temos a dimensão da IRRESPONSABILIDADE de uma mídia sedenta por views e cliques.

 

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O equívoco do jornalista

A função primeira do jornalista é informar.

Relatar e transmitir, disseminar, propagar informações.

Ele pode sim, e deve, desde que de forma explícita e assinando embaixo, emitir sua opinião.

Mas hoje, qualquer pessoa dotada de um mínimo de senso crítico, percebe que jornalistas foram contagiados pelo vírus da militância, e de forma pandêmica, pois o mesmo ocorre na imprensa internacional.

Não transmitem mais fatos, e sim visões de um ideal. Opiniões travestidas de relatos.

Observe a “notícia” acima. Somos uma nação soberana. Temos um líder eleito de forma democrática. Temos uma situação em que somos um país pobre, temos uma renda per capita que é 1/3 da renda da Itália. Nós não podemos replicar a receita de isolamento de países ricos por aqui, porque o povo vai simplesmente passar fome. Lembrando que antes da epidemia, nós já tínhamos uma taxa de mortalidade DIÁRIA por desnutrição – palavrinha que suaviza o termo fome – de 15 pessoas por dia.

Pois bem, a desgraça do jornalista da imagem acima insiste em desmentir o presidente pautando-o por uma organização burocrática internacional de líderes não eleitos. Parece uma criança pequena birrenta batendo o pezinho: “mas a oms disse, a oms disse”.

A imagem acima não mostra um relato, ela mostra uma opinião – a opinião particular do jornalista de que o presidente está errado.

Gente de Deus, como acreditar num futuro de progresso com uma mídia tão viciada em querer tornar o mundo melhor?

Jornalista não existe pra tornar o mundo melhor, jornalista existe para IN-FOR-MAR.